Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]




Roda do Ano - 2015

por A Mãe (In)Consciente, em 02.01.15

A festividade mais parva que conheço é, sem dúvida, a Passagem de Ano. É uma festividade civil, e como civil é baseada em algo criado pelo homem: o calendário. Claro que, dada a época do ano de Solstício de Inverno, é normal que algo de místico e natural passe para a festividade. É por isso que a Passagem do Ano tem algo de Natal.

 

Não sejamos radicais. Li há dias sobre a ligação entre a Passagem do Ano e o regime Neo-Esclavagista do Neo-Capitalismo. Ok, é uma boa perspectiva. Mas nós também devemos saber usar as coisas a nosso favor. E usar a Passagem do Ano a nosso favor é usar esse sentimento de início de novo ciclo para tomar resoluções que fazem de nós melhores pessoas.

 

Andei desaparecida, nada de especial. Durante mês e meio tive 2 empregos. Coisa contra-natura do minimalismo. Mas era provisório, e não o aceitei por dinheiro (apesar de ter sido um bom valor), mas por outras razões: continuar com boas relações com a instituição em causa, que já foi minha empregadora; valorizar o meu currículo. Afinal não sabemos o futuro, e a actividade em si era independente, e faria de mim independente se fosse possível fazê-la a tempo inteiro.

 

O futuro não deve ser visto com ansiedade, mas também se constrói. Por vezes há oportunidades de hoje que podem vir a ser úteis amanhã. Aceitá-las dependerá da ponderação das variantes. Neste caso foi sim.

 

E que 2015 seja um ano bom, em especial daquilo que depender de mim.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 14:18